AMATO, Ivy de Freitas. Uma perspectiva fenomenológica para: o que é o animal no circo?. 2010. 176 f. Trabalho de conclusão de curso (Ecologia) – Universidade Estadual Paulista, Instituto de Biociências de Rio Claro, 2010.
Resumo: A relação do homem com o planeta tem sido cada vez menos simbiótica e harmônica, bem como sua interação com os outros animais com quem o dividimos, que na maioria das vezes se reduz a dominação, ora de pragas, ora para alimento, companhia, trabalho ou lazer. O Circo surge através destes últimos, principalmente para exibições principalmente de feras, e sobre cavalos, que foi se enriquecendo com os saltimbancos, palhaços e acrobatas, ganhando cada vez mais um corpo de espetáculo mais unificado em todas as partes do mundo, sendo que atualmente, boa parte dos circos não tem animais, seguindo essa tendência, tramita no plenário o PL 7291/06, que proíbe a presença do animal no Circo. Nesta situação, o presente trabalho trata-se de uma perspectiva fenomenológica em que o fenômeno é o animal no circo estando situado através da perspectiva dos ativistas do direito dos animais. Através da análise ideográfica e nomotética dos discursos recolhidos, pode-se perceber a ausência de discordância. Todos os ativistas disseram que animal não deve estar no Circo. A maior parte das concordâncias cita crueldades que envolvem as técnicas de doma, cita que o melhor destino para esses animais seria ONGs especializadas para seu abrigo, e também apresenta falta de conhecimento de Circos Nacionais em geral, com e sem animais, suas tradições e características, bem como aparentam desconhecer a ecologia e biologia dos animais envolvidos.
